
Há séculos, o amoroso Francisco de Assis nos legou a célebre frase: – “É dando que se recebe!”
Esta afirmação franciscana é verdadeira? Sim! Quem já conseguiu compreender a Lei de Causa e Efeito (ou Lei de Retorno Similar, ou Carma) sabe que toda e qualquer ação (boa ou má) causa um tipo especial e imperceptível de “desequilíbrio” na vida do autor daquela ação. Este “desequilíbrio” só será restaurado quando um retorno semelhante àquela ação chegar à origem, ou seja, até o autor daquela ação.
Quem bem definiu isto foi o célebre cientista Newton, na sua 3ª Lei: – “A toda ação corresponde uma reação igual e em sentido contrário!” Em um exemplo bem primário, se colocarmos nosso dedo numa chama, ou se nos jogarmos na frente de um trem, é lógico que será imediato o retorno daquela nossa ação.
Agora preste atenção: O interessante é que a lei de Retorno Similar, no seu complexo, porém perfeito entrelaçamento, faz com que cada ação (boa ou má) cometida por alguém seja atraída pelas pessoas atingidas por aquela ação. Por exemplo, alguém que cometeu uma boa ação atrairá para si uma boa ação a ser cometida por outra pessoa. Idem uma má ação. Nestes casos, as ações (boas ou más) que outras pessoas cometem conosco têm dois efeitos simultâneos e opostos porque, naquelas pessoas, aquelas ações “desequilibram” as vidas delas, enquanto, por outro lado, “re-equilibram” carmicamente as nossas vidas.
Mas... quantas vezes cometemos um ou mais atos bons, e ninguém faz conosco uma boa ação? Quantas vezes cometemos um ou muitos atos maus, e ficamos impunes? Em outras palavras, porque o similar retorno pode não ocorrer imediatamente após a correspondente ação? Nestes casos, quando os similares retornos são "retardados", às vezes por longo tempo, podemos compreender que eles, os similares retornos, ocorrerão justamente no melhor momento para a evolução do autor de cada ação. Em tais situações, podemos compreender que a Lei de Retorno Similar é “administrada” por uma Lei Maior que ela, a Lei de Progresso.
Porém... quantas vezes o similar retorno é de intensidade e/ou de duração diferentes da correspondente ação? Nestes casos, quando os similares retornos são aumentados ou diminuídos, podemos compreender que ocorreu a chamada “compensação cármica” correspondente às ações (boas ou más) posteriores. Em outras palavras, o retorno cármico de uma ação (boa ou má) poderá ser aumentado ou diminuído conforme sejam os atos posteriores àquela ação.
Então... quando cometemos uma boa ação visando o correspondente retorno bom para nós, este nosso “interesse” não deveria anular nosso mérito cármico? De maneira nenhuma! Afinal de contas, devemos ou não agir em nosso benefício? O que existe de errado em produzirmos nossa felicidade? Além disto, que magnífico paraíso seria nosso planeta se todos nós só cometêssemos, uns com os outros, boas ações em interesse próprio... Mas pode ocorrer sim, que o nosso mérito aumente quando fazemos o bem sem visarmos retornos semelhantes.
Concluindo esta primeira parte, podemos afirmar que o amoroso Francisco de Assis está certo! Muito certo! Certíssimo! Sendo assim, se quisermos receber flores, plantemos flores, e não espinhos. Se quisermos receber o bem, façamos o bem, e não o mal. E estejamos atentos porque todo o mal que fizermos voltará a nós mesmos, imediatamente ou no futuro! Infalivelmente! Inexoravelmente!
Esta afirmação franciscana é verdadeira? Sim! Quem já conseguiu compreender a Lei de Causa e Efeito (ou Lei de Retorno Similar, ou Carma) sabe que toda e qualquer ação (boa ou má) causa um tipo especial e imperceptível de “desequilíbrio” na vida do autor daquela ação. Este “desequilíbrio” só será restaurado quando um retorno semelhante àquela ação chegar à origem, ou seja, até o autor daquela ação.
Quem bem definiu isto foi o célebre cientista Newton, na sua 3ª Lei: – “A toda ação corresponde uma reação igual e em sentido contrário!” Em um exemplo bem primário, se colocarmos nosso dedo numa chama, ou se nos jogarmos na frente de um trem, é lógico que será imediato o retorno daquela nossa ação.
Agora preste atenção: O interessante é que a lei de Retorno Similar, no seu complexo, porém perfeito entrelaçamento, faz com que cada ação (boa ou má) cometida por alguém seja atraída pelas pessoas atingidas por aquela ação. Por exemplo, alguém que cometeu uma boa ação atrairá para si uma boa ação a ser cometida por outra pessoa. Idem uma má ação. Nestes casos, as ações (boas ou más) que outras pessoas cometem conosco têm dois efeitos simultâneos e opostos porque, naquelas pessoas, aquelas ações “desequilibram” as vidas delas, enquanto, por outro lado, “re-equilibram” carmicamente as nossas vidas.
Mas... quantas vezes cometemos um ou mais atos bons, e ninguém faz conosco uma boa ação? Quantas vezes cometemos um ou muitos atos maus, e ficamos impunes? Em outras palavras, porque o similar retorno pode não ocorrer imediatamente após a correspondente ação? Nestes casos, quando os similares retornos são "retardados", às vezes por longo tempo, podemos compreender que eles, os similares retornos, ocorrerão justamente no melhor momento para a evolução do autor de cada ação. Em tais situações, podemos compreender que a Lei de Retorno Similar é “administrada” por uma Lei Maior que ela, a Lei de Progresso.
Porém... quantas vezes o similar retorno é de intensidade e/ou de duração diferentes da correspondente ação? Nestes casos, quando os similares retornos são aumentados ou diminuídos, podemos compreender que ocorreu a chamada “compensação cármica” correspondente às ações (boas ou más) posteriores. Em outras palavras, o retorno cármico de uma ação (boa ou má) poderá ser aumentado ou diminuído conforme sejam os atos posteriores àquela ação.
Então... quando cometemos uma boa ação visando o correspondente retorno bom para nós, este nosso “interesse” não deveria anular nosso mérito cármico? De maneira nenhuma! Afinal de contas, devemos ou não agir em nosso benefício? O que existe de errado em produzirmos nossa felicidade? Além disto, que magnífico paraíso seria nosso planeta se todos nós só cometêssemos, uns com os outros, boas ações em interesse próprio... Mas pode ocorrer sim, que o nosso mérito aumente quando fazemos o bem sem visarmos retornos semelhantes.
Concluindo esta primeira parte, podemos afirmar que o amoroso Francisco de Assis está certo! Muito certo! Certíssimo! Sendo assim, se quisermos receber flores, plantemos flores, e não espinhos. Se quisermos receber o bem, façamos o bem, e não o mal. E estejamos atentos porque todo o mal que fizermos voltará a nós mesmos, imediatamente ou no futuro! Infalivelmente! Inexoravelmente!
A este respeito, vale lembrar aquelas lições do nosso Mestre Maior:
– “A cada um segundo suas obras!”;
– “A plantação é livre, mas a colheita é obrigatória!”;
– “Quem com ferro fere, com ferro será ferido!”
– “A plantação é livre, mas a colheita é obrigatória!”;
– “Quem com ferro fere, com ferro será ferido!”
Também é acertada a adaptação ou interpretação daquela frase Franciscana, segundo a qual é dando propina (ou algo similar) que se recebem direitos e/ou vantagens lícitos ou não? Meu Deus! Esta torpe e vil deturpação daquele lição Franciscana é de uma maldade incomensurável porque é daquele tipo que equipara a água pura à lama fétida. Em palavras mais claras, utilizar aquele ensinamento Franciscano para “justificar” vantagens ilícitas, falcatruas e negociatas é de uma maldade sem limite.
Vale à pena lembrar que as características das boas ações são os altos ou os altíssimos teores morais, éticos, fraternos e solidários delas. Ou seja, é aquilo que acertadamente chamamos de atos “politicamente corretos”. E as más ações, todas elas “politicamente incorretas”, têm baixos ou baixíssimos teores morais, éticos, fraternos e solidários, tal qual dar e receber propina.
Portanto, que fique bem claro que isto nada tem a ver com Francisco de Assis nem com Jesus, e nem com ética ou moral, ou com fraternidade ou solidariedade. E sim se deve frisar, repetir e ratificar mil vezes que dar, receber e, pior ainda, exigir propina é antiético, é imoral e é crime! E quem comete atos antiéticos, imorais e criminosos receberá na própria pele (agora e/ou depois) os correspondentes retornos cármicos similares às faltas cometidas.
Vale à pena lembrar que as características das boas ações são os altos ou os altíssimos teores morais, éticos, fraternos e solidários delas. Ou seja, é aquilo que acertadamente chamamos de atos “politicamente corretos”. E as más ações, todas elas “politicamente incorretas”, têm baixos ou baixíssimos teores morais, éticos, fraternos e solidários, tal qual dar e receber propina.
Portanto, que fique bem claro que isto nada tem a ver com Francisco de Assis nem com Jesus, e nem com ética ou moral, ou com fraternidade ou solidariedade. E sim se deve frisar, repetir e ratificar mil vezes que dar, receber e, pior ainda, exigir propina é antiético, é imoral e é crime! E quem comete atos antiéticos, imorais e criminosos receberá na própria pele (agora e/ou depois) os correspondentes retornos cármicos similares às faltas cometidas.
Esta é a Lei, fiquem atentos!
