domingo, 30 de novembro de 2008

Porque ainda te amo!


Mentiria se dissesse que minha vida sem você continua igual. Que eu não senti a sua partida e que por fim já consegui te esquecer.
Dizer que já não me afeta te ver com outro, você não iria crer e eu também não, eu iria me olhar no espelho e tentar me enganar.
Porque ainda te amo e sigo apaixonado.
Não encontro o modo de conseguir te esquecer, de arrancar seu amor pela raiz.
Porque ainda te amo e estou abandonado.
O que eu não faria para voltar a te beijar e ao teu lado poder acordar.
Você está presente em cada coisa que esteja ao meu redor, não há distância nem há esquecimento que te tire do meu coração. Sinto falta de cada momento em que vivi contigo, minha vida sem seu amor, eu juro, é um castigo, volte de novo pra mim que eu te peço perdão.
Porque ainda te amo e sigo apaixonado.
Porque ainda te amo e estou abandonado.
Não encontro o modo de conseguir te esquecer, de arrancar seu amor pela raiz. O que eu não faria para voltar a te beijar e ao seu lado poder acordar.
Mentiria se dissesse que minha vida sem você continua igual...

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Não preciso de você!!!


Não pergunte por que vou embora
sou apaixonado por você
mas a sua falta de interesse em minha vida
me fez crer que eu não preciso de você...

Quando fico do seu lado estou sozinho
se estou longe fico perto de você
pois você está comigo
na cabeça e no meu coração
mas me desculpe amor
não tem mais condição...

De viver contigo
já não faz sentido
eu não consigo ser tratado desse jeito não...

Se eu ficar ao seu lado
vai ser um castigo
vou machucar ainda mais
meu pobre coração.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Se a veres...


Diga que me viste melhorar, que há alguém ao meu lado por quem estou apaixonado. Que os dias passaram e que eu nem me dei conta. Que não me tirou o sono e que "o nosso" está esquecido.
Diz-lhe que estou muito bem, que nunca estive melhor. Se pensa que vou morrer porque ela já não está, que vá...
Diz-lhe que no final de tudo, eu vou agradecer-lhe.
Se a veres, diz-lhe que já não espero a sua chamada e que já não acordo em plena madrugada. Que já não lembro dela, que já não me faz falta. Diz-lhe que já estou curado e que "o nosso" já é passado. Diz-lhe que estou muito bem (eu estou muito bem), que nunca estive melhor, se pensa que talvez morro porque ela já não está, que vá...
Diz-lhe que no final de tudo, eu vou agradecer-lhe.
Se a veres, diz-lhe que me perdi e que não vou regressar e diz-lhe também que mesmo que me ligue não atenderei.
Se a veres, diz-lhe que estou muito bem (ainda que eu saiba muito bem que não), que nunca estive melhor (mente um pouco por favor). Se pensa que talvez morro porque ela já não está, que vá...
Se a veres, diz-lhe que no final de tudo vou agradecer-lhe.
Pensando melhor...
diga que nunca mais me viu...

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Coisas boas não duram pra sempre!!!


Tudo na vida tem um propósito, para tudo se deve ter uma resposta. As coisa boas não acabam, o que acontece é que nós mesmo não sabemos aproveitar o que vem de bom. Se a "coisa" boa não dura muito é porquê você não quer.
Você pode levar os bons momentos para o resto de sua vida. E, em relação as coisas ruins, elas nao são ruins, elas vieram para que você tenha uma experiência de vida, para que você observe que as coisas ruins não acontencem duas vezes, ou melhor, não devem acontecer.
Quer um conselho melhor? Procure essa resposta dentro de si mesmo.
Isso é Física! Lembra da teoria da relatividade de Einstein?
Tudo é relativo!
Um minuto com a mão sobre o fogo é o mesmo que uma eternidade, já o mesmo minuto ao lado de quem se ama passa muito rápido. É isso, nós nos distraimos durante os momentos bons, esquecemos do tempo e ele passa por nós sem que possamos notar. Já as coisas ruins deixam suas marcas e arrastam-se pelo tempo dando a falsa impressão de "eternidade".
A nossa contemporaneidade: o deserto, a morte, a falta de homens de bem, de homens corajosos à frente dos destinos da patriazinha indefesa, diante do fim da ética, morrida de morte matada por seus espúrios filhos que a renegam todos os dias em proveito próprio. Nestes tristes versos, a sede da pátria amada. Sede de futuro, mas, principalmente de presente, de desenvolvimento agora, de seriedade agora, de justiça, agora. Sede de vergonha na cara para os seus filhos que assumem desavergonhadamente que a ética é lixo e, como tal, deve ser desprezada.
É, coisas boas não duram pra sempre, ou melhor, pode até durar, basta saber da forma que você as trata... tenho dito!!!

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Um Sonhador...


Eu não sei prá onde vou, pode até não dar em nada, minha vida segue o sol, no horizonte dessa estrada...

Eu nem sei mesmo quem sou, nessa falta de carinho, por não ter um grande amor, aprendi a ser sozinho...

E onde o vento me levar, vou abrir meu coração, pode ser que num caminho, num atalho, num sorriso, aconteça uma paixão...

E vou achar, num toque do destino, o brilho de um olhar, sem medo de amar...

Não vou deixar de ser um sonhador, pois sei vou encontrar, no fundo dos meus sonhos, o meu grande amor...

O meu grande amor...

sábado, 15 de novembro de 2008

Amo...

Amo o que vejo e o que ocultas, amo o que mostras ou insinuas, amo o que és ou imagino, te amo no alheio e no que é meu.

Amo o que entregas, o que escondes, amo suas perguntas, suas respostas, eu amo suas dúvidas e certezas, te amo na simplicidade e na complexidade.

Amo o que dizes e o que calas, amo suas recordações, seus esquecimentos, amo seus cheiros, suas fragrâncias, te amo no beijo e na distância.

Amo o que amas, eu te amo, te amo por amor sem duplo sentido, te amo e se pudesse não te amar, sei que te amaria assim mesmo.

Amo o que sejas e o que possas ser, amo o que afirmas, o que negas, amo o que dizes, o que pensas, te amo no que medes e no que pesas.

Amo o que alcanças, o que desejas, amo sua alegria e suas tristezas, te amo na carne e na alma, te amo nas suas crises e na sua calma.

Amo o que pedes e presenteia, amo suas carícias, suas ofensas, amo seus instantes e o eterno, te amo no seu céu e no seu inferno.

Amo o que amas, eu te amo, te amo por amor a dar o meu mesmo, te amo com orgulho de querer-te, porque para te amar eu nasci.

Amo...

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Afinidade...


Afinidade é um dos poucos sentimentos que resiste ao tempo e ao depois.
A afinidade não é o mais brilhante, mas é o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos. O mais importante também.
Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos, as distâncias, as impossibilidades. Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação, o diálogo, a conversa, o afeto, no exato ponto em que foi interrompido.
Afinidade é não haver tempo medindo à vida. É uma vitória do adivinhado sobre o real, do permanente sobre o passageiro, do subjetivo sobre o objetivo, do básico sobre o superficial.
Ter afinidade é muito raro, mas quando existe, não precisa de códigos verbais para se manifestar. Existia antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois de que as pessoas deixaram de estar juntas. O que você tem dificuldade de expressar a um não afim, sai simples e cara de sua boca diante de alguém com quem você tem afinidade.
Afinidade é ficar de longe, pensando parecido a respeito dos mesmos fatos que impressionam, comovem ou imobilizam. É ficar conversando sem trocar uma palavra. é receber o que vem do outro com uma aceitação anterior ao entendimento.
Afinidade é sentir com. Nem sentir "contra", nem sentir "para", nem sentir "por", nem sentir "pelo". Quanta gente ama loucamente, mas sente "contra" o ser amado, não para eles próprios.
Sentir com é não ter necessidades de explicação do que está sentindo. É olhar e perceber. É mais calar do que falar, ou quando falar, jamais explicar, apenas afirmar.
Afinidade é sentir "com", mas não sentir "por". Quem sente "por", confunde afinidade com masoquismo. Quem sente "com" avalia sem se contaminar. Compreende sem ocupar o lugar do outro. Aceita para poder questionar. Quem não tem afinidade, questiona por não aceitar.
Só entra em relação rica e saudável com outro, quem aceita para poder questionar. Não sei se sou claro, quem aceita para poder questionar, não nega ao outro a possibilidade de ser o que é, como é, da maneira que é. E, uma vez aceitando-o, ai sim, pode questionar, até duramente, se for o caso. Isso é afinidade, mas o habitual é agente ver alguém questionar porque não aceita o outro como ele é. Por isso, aliás, questiona. Questionamento de afins, eis a (in)fluência. Questionamento de não afins, eis a guerra.
A afinidade é um sentimento singular, discreto e independente. Não precisa do amor, pode existir quando ele esta presente ou quando não. Independente dele. Pode existir a quilômetros de distância. É adivinhando na maneira de falar, de escrever, de andar, de respirar. Há afinidade por pessoas que apenas a vemos passar, por vizinhos com quem nunca falamos e de que nada sabemos. Há afinidade com pessoas de outro continente a que nunca vimos, veremos ou falaremos.
Quem pode imaginar que, durante o sono, fluídos nosso saem para buscar sintonias com pessoas distantes, com amigos a quem não vemos, com amores latentes, com irmãos do nao vivido?
A afinidade é singular, discreta e independente, porque não precisa de tempo para existir. Vinte anos sem ver aquela pessoa com quem se estabeleceu o vínculo de afinidade e no dia em que você a ver novamente vai prosseguir a relação exatamente do ponto em que parou. A afinidade é a adivinhação de essências não conhecidas nem pelas pessoas que as tem.
Por prescindir do tempo a ser a ele superior, a afinidade vence a morte porque cada um de nós traz afinidades ancetrais com a experiência da espécie, no inconsciente. Ela se prolonga nas células dos que nascem de nós, para encontrar sintonias futuras nas quais estaremos presentes.
Sensível é a afinidade, e exigente, apenas de uma coisa, que as pessoas evoluam parecidos. Que a erosão, amadurecimento ou aperfeiçoamento sejam do mesmo grau, porque o que define uma afinidade é a sua existência também depois.
Aquele ou aquela de que você foi amigo ou amado, e anos após encontra com saudades ou alegria, mas percebe que não vai conseguir restituir o clima afetivo de antes, é alguém com que a afinidade apenas foi temporária. A afinidade real não é temporária. É supra temporal. Nada mais doloroso do que contemplar uma passada afinidade, ou a ilusão de que as vivências daquela época eram afinidades. A pessoa mudou, transformou-se por outros meios. A vida passou por ela e fez tempestades, chuvas e plantio de resultado diverso.
Afinidade é retomar a relação no ponto em que parou, sem lamentar o tempo da separação. Porque tempo e separação nunca existiram. Foram apenas oportunidades dada (tirada) pela vida, para que a manutenção comum pudesse se dar. E para que cada pessoa pudesse e possa crer, cada vez mais, a expressão do outro sob a forma ampliada e refletida do eu individual aprimorado.

E basta!!!