domingo, 30 de novembro de 2008

Porque ainda te amo!


Mentiria se dissesse que minha vida sem você continua igual. Que eu não senti a sua partida e que por fim já consegui te esquecer.
Dizer que já não me afeta te ver com outro, você não iria crer e eu também não, eu iria me olhar no espelho e tentar me enganar.
Porque ainda te amo e sigo apaixonado.
Não encontro o modo de conseguir te esquecer, de arrancar seu amor pela raiz.
Porque ainda te amo e estou abandonado.
O que eu não faria para voltar a te beijar e ao teu lado poder acordar.
Você está presente em cada coisa que esteja ao meu redor, não há distância nem há esquecimento que te tire do meu coração. Sinto falta de cada momento em que vivi contigo, minha vida sem seu amor, eu juro, é um castigo, volte de novo pra mim que eu te peço perdão.
Porque ainda te amo e sigo apaixonado.
Porque ainda te amo e estou abandonado.
Não encontro o modo de conseguir te esquecer, de arrancar seu amor pela raiz. O que eu não faria para voltar a te beijar e ao seu lado poder acordar.
Mentiria se dissesse que minha vida sem você continua igual...

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Não preciso de você!!!


Não pergunte por que vou embora
sou apaixonado por você
mas a sua falta de interesse em minha vida
me fez crer que eu não preciso de você...

Quando fico do seu lado estou sozinho
se estou longe fico perto de você
pois você está comigo
na cabeça e no meu coração
mas me desculpe amor
não tem mais condição...

De viver contigo
já não faz sentido
eu não consigo ser tratado desse jeito não...

Se eu ficar ao seu lado
vai ser um castigo
vou machucar ainda mais
meu pobre coração.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Se a veres...


Diga que me viste melhorar, que há alguém ao meu lado por quem estou apaixonado. Que os dias passaram e que eu nem me dei conta. Que não me tirou o sono e que "o nosso" está esquecido.
Diz-lhe que estou muito bem, que nunca estive melhor. Se pensa que vou morrer porque ela já não está, que vá...
Diz-lhe que no final de tudo, eu vou agradecer-lhe.
Se a veres, diz-lhe que já não espero a sua chamada e que já não acordo em plena madrugada. Que já não lembro dela, que já não me faz falta. Diz-lhe que já estou curado e que "o nosso" já é passado. Diz-lhe que estou muito bem (eu estou muito bem), que nunca estive melhor, se pensa que talvez morro porque ela já não está, que vá...
Diz-lhe que no final de tudo, eu vou agradecer-lhe.
Se a veres, diz-lhe que me perdi e que não vou regressar e diz-lhe também que mesmo que me ligue não atenderei.
Se a veres, diz-lhe que estou muito bem (ainda que eu saiba muito bem que não), que nunca estive melhor (mente um pouco por favor). Se pensa que talvez morro porque ela já não está, que vá...
Se a veres, diz-lhe que no final de tudo vou agradecer-lhe.
Pensando melhor...
diga que nunca mais me viu...

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Coisas boas não duram pra sempre!!!


Tudo na vida tem um propósito, para tudo se deve ter uma resposta. As coisa boas não acabam, o que acontece é que nós mesmo não sabemos aproveitar o que vem de bom. Se a "coisa" boa não dura muito é porquê você não quer.
Você pode levar os bons momentos para o resto de sua vida. E, em relação as coisas ruins, elas nao são ruins, elas vieram para que você tenha uma experiência de vida, para que você observe que as coisas ruins não acontencem duas vezes, ou melhor, não devem acontecer.
Quer um conselho melhor? Procure essa resposta dentro de si mesmo.
Isso é Física! Lembra da teoria da relatividade de Einstein?
Tudo é relativo!
Um minuto com a mão sobre o fogo é o mesmo que uma eternidade, já o mesmo minuto ao lado de quem se ama passa muito rápido. É isso, nós nos distraimos durante os momentos bons, esquecemos do tempo e ele passa por nós sem que possamos notar. Já as coisas ruins deixam suas marcas e arrastam-se pelo tempo dando a falsa impressão de "eternidade".
A nossa contemporaneidade: o deserto, a morte, a falta de homens de bem, de homens corajosos à frente dos destinos da patriazinha indefesa, diante do fim da ética, morrida de morte matada por seus espúrios filhos que a renegam todos os dias em proveito próprio. Nestes tristes versos, a sede da pátria amada. Sede de futuro, mas, principalmente de presente, de desenvolvimento agora, de seriedade agora, de justiça, agora. Sede de vergonha na cara para os seus filhos que assumem desavergonhadamente que a ética é lixo e, como tal, deve ser desprezada.
É, coisas boas não duram pra sempre, ou melhor, pode até durar, basta saber da forma que você as trata... tenho dito!!!

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Um Sonhador...


Eu não sei prá onde vou, pode até não dar em nada, minha vida segue o sol, no horizonte dessa estrada...

Eu nem sei mesmo quem sou, nessa falta de carinho, por não ter um grande amor, aprendi a ser sozinho...

E onde o vento me levar, vou abrir meu coração, pode ser que num caminho, num atalho, num sorriso, aconteça uma paixão...

E vou achar, num toque do destino, o brilho de um olhar, sem medo de amar...

Não vou deixar de ser um sonhador, pois sei vou encontrar, no fundo dos meus sonhos, o meu grande amor...

O meu grande amor...

sábado, 15 de novembro de 2008

Amo...

Amo o que vejo e o que ocultas, amo o que mostras ou insinuas, amo o que és ou imagino, te amo no alheio e no que é meu.

Amo o que entregas, o que escondes, amo suas perguntas, suas respostas, eu amo suas dúvidas e certezas, te amo na simplicidade e na complexidade.

Amo o que dizes e o que calas, amo suas recordações, seus esquecimentos, amo seus cheiros, suas fragrâncias, te amo no beijo e na distância.

Amo o que amas, eu te amo, te amo por amor sem duplo sentido, te amo e se pudesse não te amar, sei que te amaria assim mesmo.

Amo o que sejas e o que possas ser, amo o que afirmas, o que negas, amo o que dizes, o que pensas, te amo no que medes e no que pesas.

Amo o que alcanças, o que desejas, amo sua alegria e suas tristezas, te amo na carne e na alma, te amo nas suas crises e na sua calma.

Amo o que pedes e presenteia, amo suas carícias, suas ofensas, amo seus instantes e o eterno, te amo no seu céu e no seu inferno.

Amo o que amas, eu te amo, te amo por amor a dar o meu mesmo, te amo com orgulho de querer-te, porque para te amar eu nasci.

Amo...

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Afinidade...


Afinidade é um dos poucos sentimentos que resiste ao tempo e ao depois.
A afinidade não é o mais brilhante, mas é o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos. O mais importante também.
Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos, as distâncias, as impossibilidades. Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação, o diálogo, a conversa, o afeto, no exato ponto em que foi interrompido.
Afinidade é não haver tempo medindo à vida. É uma vitória do adivinhado sobre o real, do permanente sobre o passageiro, do subjetivo sobre o objetivo, do básico sobre o superficial.
Ter afinidade é muito raro, mas quando existe, não precisa de códigos verbais para se manifestar. Existia antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois de que as pessoas deixaram de estar juntas. O que você tem dificuldade de expressar a um não afim, sai simples e cara de sua boca diante de alguém com quem você tem afinidade.
Afinidade é ficar de longe, pensando parecido a respeito dos mesmos fatos que impressionam, comovem ou imobilizam. É ficar conversando sem trocar uma palavra. é receber o que vem do outro com uma aceitação anterior ao entendimento.
Afinidade é sentir com. Nem sentir "contra", nem sentir "para", nem sentir "por", nem sentir "pelo". Quanta gente ama loucamente, mas sente "contra" o ser amado, não para eles próprios.
Sentir com é não ter necessidades de explicação do que está sentindo. É olhar e perceber. É mais calar do que falar, ou quando falar, jamais explicar, apenas afirmar.
Afinidade é sentir "com", mas não sentir "por". Quem sente "por", confunde afinidade com masoquismo. Quem sente "com" avalia sem se contaminar. Compreende sem ocupar o lugar do outro. Aceita para poder questionar. Quem não tem afinidade, questiona por não aceitar.
Só entra em relação rica e saudável com outro, quem aceita para poder questionar. Não sei se sou claro, quem aceita para poder questionar, não nega ao outro a possibilidade de ser o que é, como é, da maneira que é. E, uma vez aceitando-o, ai sim, pode questionar, até duramente, se for o caso. Isso é afinidade, mas o habitual é agente ver alguém questionar porque não aceita o outro como ele é. Por isso, aliás, questiona. Questionamento de afins, eis a (in)fluência. Questionamento de não afins, eis a guerra.
A afinidade é um sentimento singular, discreto e independente. Não precisa do amor, pode existir quando ele esta presente ou quando não. Independente dele. Pode existir a quilômetros de distância. É adivinhando na maneira de falar, de escrever, de andar, de respirar. Há afinidade por pessoas que apenas a vemos passar, por vizinhos com quem nunca falamos e de que nada sabemos. Há afinidade com pessoas de outro continente a que nunca vimos, veremos ou falaremos.
Quem pode imaginar que, durante o sono, fluídos nosso saem para buscar sintonias com pessoas distantes, com amigos a quem não vemos, com amores latentes, com irmãos do nao vivido?
A afinidade é singular, discreta e independente, porque não precisa de tempo para existir. Vinte anos sem ver aquela pessoa com quem se estabeleceu o vínculo de afinidade e no dia em que você a ver novamente vai prosseguir a relação exatamente do ponto em que parou. A afinidade é a adivinhação de essências não conhecidas nem pelas pessoas que as tem.
Por prescindir do tempo a ser a ele superior, a afinidade vence a morte porque cada um de nós traz afinidades ancetrais com a experiência da espécie, no inconsciente. Ela se prolonga nas células dos que nascem de nós, para encontrar sintonias futuras nas quais estaremos presentes.
Sensível é a afinidade, e exigente, apenas de uma coisa, que as pessoas evoluam parecidos. Que a erosão, amadurecimento ou aperfeiçoamento sejam do mesmo grau, porque o que define uma afinidade é a sua existência também depois.
Aquele ou aquela de que você foi amigo ou amado, e anos após encontra com saudades ou alegria, mas percebe que não vai conseguir restituir o clima afetivo de antes, é alguém com que a afinidade apenas foi temporária. A afinidade real não é temporária. É supra temporal. Nada mais doloroso do que contemplar uma passada afinidade, ou a ilusão de que as vivências daquela época eram afinidades. A pessoa mudou, transformou-se por outros meios. A vida passou por ela e fez tempestades, chuvas e plantio de resultado diverso.
Afinidade é retomar a relação no ponto em que parou, sem lamentar o tempo da separação. Porque tempo e separação nunca existiram. Foram apenas oportunidades dada (tirada) pela vida, para que a manutenção comum pudesse se dar. E para que cada pessoa pudesse e possa crer, cada vez mais, a expressão do outro sob a forma ampliada e refletida do eu individual aprimorado.

E basta!!!

sábado, 8 de novembro de 2008

Método de discussão com o cabeça-dura!!!


Discutir com alguém cabeça-dura sem aborrecer-se é uma arte milenar que só recentemente começou a ser mais difundida ao redor do globo. A dificuldade aparente desse suposto desafio é apenas uma lenda urbana presente em nosso imaginário coletivo desde meados de 300 a.C., quando a escrita começou a ser mais utilizada na Grécia arcaica.
O procedimento mais aconselhável àqueles que preferem evitar dores de cabeça sequer precisa que se engula o orgulho ou se sacrifique a honra, uma vez que sua criação toma como base a essencialidade de ambos. Apenas por vã vaidade que se torna impossível a aplicação do método.
Comecemos com a definição de nosso objeto de estudo: o cabeça-dura. O indivíduo cabeça-dura tem certeza de suas verdades e opiniões, assim como a certeza de que está do lado “do bem” em suas idéias. Muitas vezes querem apenas “o melhor pra você” ou — ainda — “o mais sensato”. Discordar pura e simplesmente, nesses casos, tentando mostrar a ele que existe o seu lado, é tão inútil quanto ensinar um porco a dançar, além de irritar o cabeça-dura (o porco também se irrita se você tentar ensiná-lo a dançar) e cansar a mente — e a língua. Mostrar que se sabe mais de forma efetiva é igualmente desnecessário.
O nosso método de discussão com o cabeça-dura se concentra em quatro pontos fundamentais:
1. mostrar que se sabe tanto quanto o cabeça-dura
2. concordar com o que ele diz
3. não tentar provar absolutamente nada
4. apresentar um certo cinismo de forma controlada
Ao indicar que seu conhecimento é o mesmo que o dele — mesmo que não seja — você questiona de forma sutil a posição do cabeça-dura de “sei mais e portanto sei o certo”. Em resposta a uma frase do tipo “segundo Schiller, a literatura alemã do romantismo influenciou a poesia tailandesa do século XX”, um simples “eu sei” é suficiente para desarmar qualquer cabeça-dura não-treinado e desconhecedor do nosso método.
Concordar com o discurso dele não implica em uma total submissão de suas idéias. Ao contrário, afirma a superioridade das suas, que co-existem com as dele independentemente de suas — dele — vontades. O cabeça-dura pode argumentar, por exemplo, a respeito de uma viagem, que “a cidade de Seattle é muito mais rica em possibilidades de experiência do que Vancouver”, como forma de indicar que se deve viajar a Seattle e não a Vancouver. Nesse caso, bastaria um “tem razão”. Note que é desnecessário indicar sua decisão inabalável de viajar a Vancouver.
Note também a semelhança dos pontos 1 e 2 do discurso. Em ambos os casos, o cabeça-dura tende a perceber que “ter razão” é pouco para se convencer alguém de suas idéias. Isso porque ele não sabe — não faz parte da natureza dos cabeça-dura, que muitas opiniões tem base não apenas em números e fatos, mas também em vontades subjetivas que não cabem a ninguém explicar. Verifica-se essa verdade no famoso dito popular “gosto não se discute”.
O terceiro e o quarto pontos vêm como auxiliares dos dois primeiros. Para que se obtenha sucesso na aplicação do método, é imprescindível que não se tente provar nada, em momento algum. Para esse tipo de discussão o cabeça-dura está preparado e certamente tem infinitos argumentos para cansá-lo até que ele se convença de que é o melhor ali. O cabeça-dura não está interessado em provas de idéias que não são deles, e passará o tempo todo tentando provar que você está totalmente errado (não importando os fatos apresentados).
O cinismo é mais sutil e difícil de ser explicado e definido. O individuo que for capaz de dominar os dois primeiros pontos provavelmente compreenderá porque o cinismo discreto é parte fundamental do método. Sem ele, é impossível levar adiante a discussão sem irritar-se com o cabeça-dura, ou mesmo sem irritá-lo (supondo que você se importe com isso).
Esse cinismo consiste em certeza das suas próprias opiniões e idéias — ainda que sejam susceptíveis a mudanças — como aquilo que você acha melhor e a aceitação de que muitos outros não concordarão com elas. Isso o coloca em uma posição superior a outros interlocutores e principalmente os cabeça-dura, que têm como certeza maior a idéia de que só eles estão certos e só eles sabem o que é melhor.
Caso um cabeça-dura lhe apresente uma idéia demais contrária às suas, há ainda uma outra saída proposta pelo nosso método. Quando uma afirmação — enfaticamente defendida pelo cabeça-dura — lhe for simplesmente ofensiva, ou ainda, repulsiva, pode se recorrer ao ponto 1,5: discordar, mas com cautela. A cautela é fundamental. Ao se discordar é que deve ser feito o uso mais exagerado do cinismo discreto. Exemplificando o ponto, pode se ter algo como “o ser humano será substituído pelas máquinas, ele está obsoleto e a seleção natural tratará de resolver esse problema”. Note que a apresentação de fatores externos como pesquisas publicadas e opiniões de especialistas é desnecessária e deve ser evitada, porque o coloca na mesma posição do cabeça-dura — que, por definição, tem respostas e explicações para tudo. O approach recomendado seria algo como “entendo seu raciocínio, mas não concordo com ele”.
Você pode até objetar que essa resposta o transforma em um cabeça-dura, mas para isso o método já tem uma resposta. O objetivo principal aqui é evitar dores de cabeça, partindo do princípio que o cabeça-dura não mudará sua opinião, tampouco aceitará aquela apresentada por você. Uma resposta evasiva, portanto, é sempre a mais recomendada.
Para a aplicação bem sucedida do nosso método de discussão com o cabeça-dura, sugere-se um tratamento intensivo em relação ao uso da expressão “foda-se” para com seus próprios problemas, que dará o afastamento e tranqüilidade ideais para se lidar com os mais teimosos dos seres. Para mais informações sobre o método foda-se de supressão de problemas pessoais, entre em contato com um de nossos atendentes. Atendimento personalizado aos daltônicos com dificuldades de identificar a cor laranja.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Eu sou assim e você?


Amizade é como a saúde: Nunca nos damos conta de seu verdadeiro valor até que a perdemos, então, sempre pense que todo seu patrimônio são seus verdadeiros amigos. Um verdadeiro amigo é aquele que entra quando todos os demais se vão. Um amigo é alguém que está contigo porque lhe precisas, ainda que lhe encantasse estar em outra parte.
Quando te dói olhar para trás e te dá medo olhar adiante, mira para a esquerda ou à direita e ali estarei, sempre, ao teu lado. Muita gente entra e sai em tua vida ao longo dos anos. Mas só os verdadeiros amigos deixam impressões em seu coração.
Um amigo verdadeiro é alguém que crê em ti ainda que teu deixes de crer em ti mesmo. Um abraço vale mil palavras, um amigo, muito mais que isso, afinal, não nos lembrará tanto das palavras de nossos inimigos, senão dos silêncios de nossos amigos.
Cultivar um verdadeiro amigo requer dedicação e tempo. A amizade é o ingrediente mais importante na receita da vida, afinal, uma vida sem amigos é como viver numa ilha deserta, sem água, sem alimentos, sem luz.
Um verdadeiro amigo é alguém capaz de tocar teu coração desde o outro lado do mundo. Um verdadeiro amigo é alguém que te conhece tal como és, compreende onde tens estado, acompanha-te em teus lucros e teus fracassos, celebra tuas alegrias, compartilha tua dor e jamais te julga por teus erros.
Quem descubra a verdadeira amizade, encontra-se com um tesouro, mas, que é um amigo? É uma única alma que vive em dois corpos.
A melhor forma de destruir a seu inimigo é converter-lhe em seu amigo, a amizade duplica nossas alegrias e divide nossa tristeza, se planta uma semente de amizade, recolherá um ramo de felicidade, enquanto se tenha ao menos um amigo, ninguém é inútil, então, seja sempre fiel e nunca subestime uma palavra, afinal, uma resposta honesta é sinal de uma amizade verdadeira.
É muito difícil encontrar um bom amigo, mas, difícil ainda, é deixá-lo e impossível esquecê-lo, mas o melhor mesmo é que você tem que saber o lugar certo para encontrá-lo, mas, saiba procurá-lo.
Se um dia precisar de mim, nem pense em me procurar... me procure sem pensar!!!!

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Felicidade só depende de você!!!

A felicidade só depende de você. Depende do estado de sua mente. Depende de sua mente sadia, tranqüila, consciente. Depende de sua evolução espiritual.
A humanidade pode ser dividida em três tipos: os adormecidos, os despertos e um pequeno grupo entre esses dois.
Se você estiver vivendo como adormecido, sua felicidade está no prazer físico, nas sensações, buscando atingir a felicidade somente através do corpo, algo que o corpo não é capaz de alcançar.
Através do corpo pode-se apenas alcançar prazeres momentâneos e rápidos. E como o corpo existe no mundo da dualidade, cada prazer é seguido pelo seu oposto, pelo mesmo grau de sofrimento. Quando estiver no estado de prazer, você terá medo de perdê-lo e esse medo tira sua paz. E quando estiver na dor, você fará tudo para sair dela, mas voltará a ela mais tarde, pois é um circulo vicioso.
Às vezes, sentimos prazer, outras vezes o sofrimento, mas estamos apegados a essa roda.
Quem está adormecido, apenas conhece as sensações do corpo: comida e sexo e fica preso, se movendo entre essas duas sensações. A energia se move como um pêndulo. A felicidade para essa pessoa são apenas as sensações prazerosas e vive correndo de uma sensação a outra. Sua vida é superficial, não tem qualidade, apenas quantidade.
Se a pessoa reprime o sexo, fica viciada em comida. E a comida lhe dá apenas um pequeno sabor rápido na língua. E, muitas vezes, esse sabor que parece néctar, se torna veneno, pois traz muitas doenças. Porém, mesmo assim, muitas pessoas vivem para comer em vez de comer para viver.
Se ela reprime a comida, tem mais desejos pelo sexo. Essa energia sexual se acumula e a sexualidade para ela é apenas um alívio momentâneo, pois essa energia se acumulará novamente gerando tensão.
Tanto a comida como o sexo são prazeres que naturalmente devemos sentir, mas é necessário o equilíbrio, o discernimento, a sabedoria e a felicidade interior.
Para a pessoa desperta, a felicidade não vem apenas do prazer, da quantidade. É mais profunda e a torna repleta de harmonia.
Quem medita começa a se afastar do estado adormecido e vai à direção ao estado desperto. Fica no estado transitório; sabe desfrutar mais da música, da poesia, aprecia a beleza da natureza, do silêncio. Sua felicidade se torna mais qualidade do que quantidade.
Ao ouvir uma música ou o canto dos mantras fica repleto de êxtase e deleite. Quando dança, se entrega, sem precisar de estímulos externos, sem preocupar-se com opinião dos outros, sente o corpo leve e se funde na música.
Além dessa felicidade tão intensa, ainda existe o estado de plenitude, de alegria pura que se alcança quando se está totalmente no estado desperto. Nesse estado, você está iluminado pela luz interior, a escuridão do ego se dissolveu, e, com isso, as tensões, a ansiedade e angústia foram embora. Você está no momento presente, com um coração agradecido e satisfeito, sem se preocupar com o futuro nem ficar remoendo o passado. É o estado da plenitude,da alegria verdadeira.
Essa felicidade é um direito de nascimento seu. Procure por ela através da meditação, substituindo os pensamentos negativos pelos seus opostos. Encontre-a no silêncio, na amabilidade e tranqüilidade da mente. Não fique apenas apegado aos prazeres dos sentidos, busque também se elevar espiritualmente. Compreenda que o prazer depende dos outros, e a felicidade é independente, ela está inerente a você, vem do seu próprio ser interior, que a própria luz de Deus em você.
Fique em paz!!!

sábado, 1 de novembro de 2008

Ninguém pode mudar o mundo...

Por isso devemos logo de início ignorar ou pelo menos desconfiar de qualquer um com essa intenção. "Por quê?" Um tolo pode perguntar. Ora, por que! Não importa. Ninguém pode mudar o mundo porque ninguém é Jesus. Ninguém é Maomé. Ninguém é Buda. Ninguém é Einstein. Ninguém é Newton. Ninguém é Darwin. (estenda essa lista para o resto dos famosos, inclua também os não-famosos e todos os que colaboraram com eles) Ninguém é ninguém. E o mais importante de tudo: jamais será. Imagine, que pretensão inaceitável: ser alguém. Ora, termine sua bebida, vomite e vá pra casa como todo mundo! Mudar o mundo! Idéia de jerico! Apenas pessoas mudam o mundo. Aliás, é tudo que elas fazem na vida, coitadas. Você não quer ser uma pessoa, quer? Pessoas são detestáveis, são do tipo que morrem virgens. São do tipo que travam conversas chatas. São do tipo que ficam mais bem trancadas, caladas, queimadas e ignoradas.
Não seja, eu disse, não seja uma pessoa. Seja gente como nós. Nós temos distrações até pro seu cachorro. Nós temos religião sólida, religião líquida, em pó, em tubinhos, em pílulas, religião que cresce no chão, frases bonitas, sexo fácil e, acima de tudo, estilo. É... nós somos! O resto tenta. Nós, que somos gente, nós temos amigos, carreiras, tudo. Nós temos tudo. É isso mesmo, nunca tinha me tocado... Meu Deus, nós somos deuses! Somos mais que deuses, temos livre-arbítrio. Temos frustrações que nos impedem de enjoar da felicidade. Mas por quê? Por que, em nome de tudo que há de mais sagrado alguém gostaria de ser uma pessoa? Pensar no mundo? Pensar em mudança? Meu Deus, temos tantas coisas mais legais pra fazer! Tanto em que usar nossos neurônios! Olhe: Videogames. MTV. Kama Sutra. Wisky. Câncer. Ou Cartas. Praia. Namoro. Cerveja. Câncer. Tanto faz. "Suit yourself", temos para todos os gostos. Gosta de ler? Ótimo! Leia Kafka, leia Baudelaire, leia Tolstoi. Nós garantimos: Aqui dentro, você está seguro do verdadeiro significado, que, eu garanto, te decepcionaria se você soubesse. Você gosta de ver as coisas criticamente? Ótimo, isto está na moda também. Aqui você pode ser assim e ainda ser amado. Aqui você pode falar mal o sistema, reclamar da própria hipocrisia, falar mal da própria falta de caráter. Tudo certo, testado e aprovado. Adaptamos tudo pra você, você pode ser tudo. Pode escolher a idéia que quer que implantemos em você. Temos para todos os gostos! Pode se revoltar. Vamos lá, tente. Acredite em mim, está tudo perfeitamente seguro. Grite! Vamos, organize grupos de combate a sei lá o quê. Colabore com não sei o que lá. Lute pela sei lá o que de sei lá aonde. Vamos! Pode ir, sério, não acredita em mim? Vivemos em tempos bem diferentes agora. Enquanto a maioria acredita que não aprendemos nada do passado, nós não só aprendemos como aplicamos perfeitamente. Nós aprendemos a conter reações contrárias de DENTRO, antes de começarem. Nós aprendemos a continuar fazendo o que nos interessa sem que os poucos descontentes nos atrapalhem. Nós temos canções de ninar para os espíritos cansados. Eles soam como sirenes de emergência, não é? Não, para quem nasceu aqui dentro não. Para quem está acostumado, elas soam como isto: Uma doce, doce melodia... e só!!!