
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Quem te disse isso?

sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Ah, São Francisco de Assis!!!

Esta afirmação franciscana é verdadeira? Sim! Quem já conseguiu compreender a Lei de Causa e Efeito (ou Lei de Retorno Similar, ou Carma) sabe que toda e qualquer ação (boa ou má) causa um tipo especial e imperceptível de “desequilíbrio” na vida do autor daquela ação. Este “desequilíbrio” só será restaurado quando um retorno semelhante àquela ação chegar à origem, ou seja, até o autor daquela ação.
Quem bem definiu isto foi o célebre cientista Newton, na sua 3ª Lei: – “A toda ação corresponde uma reação igual e em sentido contrário!” Em um exemplo bem primário, se colocarmos nosso dedo numa chama, ou se nos jogarmos na frente de um trem, é lógico que será imediato o retorno daquela nossa ação.
Agora preste atenção: O interessante é que a lei de Retorno Similar, no seu complexo, porém perfeito entrelaçamento, faz com que cada ação (boa ou má) cometida por alguém seja atraída pelas pessoas atingidas por aquela ação. Por exemplo, alguém que cometeu uma boa ação atrairá para si uma boa ação a ser cometida por outra pessoa. Idem uma má ação. Nestes casos, as ações (boas ou más) que outras pessoas cometem conosco têm dois efeitos simultâneos e opostos porque, naquelas pessoas, aquelas ações “desequilibram” as vidas delas, enquanto, por outro lado, “re-equilibram” carmicamente as nossas vidas.
Mas... quantas vezes cometemos um ou mais atos bons, e ninguém faz conosco uma boa ação? Quantas vezes cometemos um ou muitos atos maus, e ficamos impunes? Em outras palavras, porque o similar retorno pode não ocorrer imediatamente após a correspondente ação? Nestes casos, quando os similares retornos são "retardados", às vezes por longo tempo, podemos compreender que eles, os similares retornos, ocorrerão justamente no melhor momento para a evolução do autor de cada ação. Em tais situações, podemos compreender que a Lei de Retorno Similar é “administrada” por uma Lei Maior que ela, a Lei de Progresso.
Porém... quantas vezes o similar retorno é de intensidade e/ou de duração diferentes da correspondente ação? Nestes casos, quando os similares retornos são aumentados ou diminuídos, podemos compreender que ocorreu a chamada “compensação cármica” correspondente às ações (boas ou más) posteriores. Em outras palavras, o retorno cármico de uma ação (boa ou má) poderá ser aumentado ou diminuído conforme sejam os atos posteriores àquela ação.
Então... quando cometemos uma boa ação visando o correspondente retorno bom para nós, este nosso “interesse” não deveria anular nosso mérito cármico? De maneira nenhuma! Afinal de contas, devemos ou não agir em nosso benefício? O que existe de errado em produzirmos nossa felicidade? Além disto, que magnífico paraíso seria nosso planeta se todos nós só cometêssemos, uns com os outros, boas ações em interesse próprio... Mas pode ocorrer sim, que o nosso mérito aumente quando fazemos o bem sem visarmos retornos semelhantes.
Concluindo esta primeira parte, podemos afirmar que o amoroso Francisco de Assis está certo! Muito certo! Certíssimo! Sendo assim, se quisermos receber flores, plantemos flores, e não espinhos. Se quisermos receber o bem, façamos o bem, e não o mal. E estejamos atentos porque todo o mal que fizermos voltará a nós mesmos, imediatamente ou no futuro! Infalivelmente! Inexoravelmente!
– “A plantação é livre, mas a colheita é obrigatória!”;
– “Quem com ferro fere, com ferro será ferido!”
Vale à pena lembrar que as características das boas ações são os altos ou os altíssimos teores morais, éticos, fraternos e solidários delas. Ou seja, é aquilo que acertadamente chamamos de atos “politicamente corretos”. E as más ações, todas elas “politicamente incorretas”, têm baixos ou baixíssimos teores morais, éticos, fraternos e solidários, tal qual dar e receber propina.
Portanto, que fique bem claro que isto nada tem a ver com Francisco de Assis nem com Jesus, e nem com ética ou moral, ou com fraternidade ou solidariedade. E sim se deve frisar, repetir e ratificar mil vezes que dar, receber e, pior ainda, exigir propina é antiético, é imoral e é crime! E quem comete atos antiéticos, imorais e criminosos receberá na própria pele (agora e/ou depois) os correspondentes retornos cármicos similares às faltas cometidas.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Só de Sacanagem by Elisa Lucinda

Quantas vezes, meu amigo, meu rapaz, minha confiança vai ser posta à prova? Quantas vezes minha esperança vai esperar no cais?
É certo que tempos difíceis existem para aperfeiçoar o aprendiz, mas não é certo que a mentira dos maus brasileiros venha quebrar no nosso nariz.
Meu coração está no escuro, a luz é simples, regada ao conselho simples de meu pai, minha mãe, minha avó e os justos que os precederam: "Não roubarás", "Devolva o lápis do coleguinha", "Esse apontador não é seu, minha filha".
Até habeas corpus preventivo, coisa da qual nunca tinha visto falar e sobre a qual minha pobre lógica ainda insiste: esse é o tipo de benefício que só ao culpado interessará. Pois bem, se mexeram comigo, com a velha e fiel fé do meu povo sofrido, então agora eu vou sacanear: mais honesta ainda vou ficar. Só de sacanagem!
Dirão: "É inútil, todo o mundo aqui é corrupto, desde o primeiro homem que veio de Portugal". Eu direi: Não admito, minha esperança é imortal.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Quando eu te encontrar...

Eu já sei o que meus lábios vão querer, quando eu te encontrar, molhados de prazer, vão querer beijar. De quem na vida não se cansa, de apresentar, por ser lugar comum, deixamos de extravasar, de demonstrar.
Mas nunca me disseram o que devo fazer, quando a saudade acorda, a beleza que faz viver, nunca me disseram como devo proceder chorar, beijar, te abraçar, é isso que quero fazer. É isso que quero dizer.
Eu já sei o que meus braços vão querer, quando eu te encontrar, na forma de um ser, vão te abraçar, um abraço apertado, para você não escapar. Se você foge me faz crer que o mundo pode acabar, vai acabar.
Mas nunca me disseram o que devo fazer, quando a saudade acorda, a beleza que faz viver, nunca me disseram como devo proceder chorar, beijar, te abraçar, é isso que quero fazer. É isso que quero dizer.
Chorar, beijar, te abraçar é isso que quero fazer...
domingo, 30 de agosto de 2009
Por que arrepender-se?

Sou adepto de que o melhor para nós vai ser sempre aquilo que fizemos e atingimos algo de bom e principalmente, marcante em nossa vida.
Se mesmo assim ainda sobrar alguma dúvida é porque talvez não seja a escolha certa. Não importa o tempo que você leve para fazê-lo, o que importa é você fazer algo que nunca vá se arrepender.
Temos que pensar bem em tudo, porque sempre alguém sairá cabisbaixo. Por isso não devemos fazer uma escolha quando ainda se há uma ou várias dúvidas. A melhor escolha será aquela em que você ganhe mais do que perca, é a lei natural das coisas. Fazer sem merecer não existe mais, daqui a alguns anos você estará mais arrependido pelas coisas que não fez do que pelas que fez. Então solte suas amarras. Afaste-se do porto seguro. Agarre o vento em suas velas.
Explore! Sonhe! Descubra!
O remorso é uma impotência, ele voltará a cometer o mesmo pecado. Apenas o arrependimento é uma força que põe termo a tudo. Há noites que eu não posso dormir de remorso por tudo o que eu deixei de cometer. O arrependimento é ineficaz quando as reincidências são consecutivas.
É melhor arrepender-se por ter feito alguma coisa do que por não ter feito nada.
Acredite em você mesmo, pois é só você que pode se alto julgar. Ouse, arrisque e nunca se arrependa. Não desista jamais e saiba valorizar quem te ama, esses sim merecem seu respeito. Quanto ao resto, bom, ninguém nunca precisou de restos para ser feliz.
Arrepender-se do passado, aborrecer-se no presente, temer o futuro: assim é a vida. Só a morte, a quem está confiada à renovação sagrada das coisas, me promete a paz. Arrependemo-nos raramente de falar pouco, e muito freqüentemente de falar demais, máxima usada e trivial, que todo o mundo sabe e que ninguém pratica.
Depois que cometas um erro e tenhas consciência dele, começa a reabilitação. Nada de entregar-te ao desalento ou ao remorso. Da mesma forma como não deves insistir no propósito inferior, não te deixe consumir pelo arrependimento. Este tem somente a função de conscientizar-te do mal feito. Perdoa-te, encoraja-te e dá início à tarefa de reequilíbrio pessoal, diminuindo e reparando os prejuízos causados.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Homem Perfeito (Arnaldo Jabor)

Não existe homem fiel. Você já pode ter ouvido isso algumas vezes, mas afirmo com propriedade. Não é desabafo. É palavra de homem que conhece muitos homens e que conhecem, por sua vez, muitos homens. Nenhum homem é fiel, mas pode estar fiel (ou porque está apaixonado (algo que não dura muito tempo - no máximo alguns meses - nem se iluda) ou porque está cercado por todos os lados (veremos adiante que não adianta cercá-lo isso vai se voltar contra você). A única exceção é o crente extremamente convicto. Se você quer um homem que seja fiel, procure um crente daqueles bitolados, mas agüente as outras conseqüências.
Não desanime. O homem é capaz de te trair e de te amar ao mesmo tempo. A traição do homem é hormonal, efêmera, para satisfazer a lascívia. Não é como a da mulher. Mulher tem que admirar para trair; ter algum envolvimento. O homem só precisa de uma banda. A mulher precisa de um motivo para trair, o homem precisa de uma mulher.
Não fique desencantada com a vida por isso. A traição tem seu lado positivo. Até digo, é um mal necessário. O cara que fica cercado, sem trair, é infeliz no casamento, seu desempenho sexual diminui (isso mesmo, o desempenho com a esposa diminui), ele fica mal da cabeça. Entenda de uma vez por todas: homens e mulheres são diferentes. Se quiser alguém que pense como você, vire lésbica (várias já fizeram isso e deu certo), ou case com um gay enrustido que precisa de uma mulher para se enquadrar no modelo social. Todo ser humano busca a felicidade, a realização. E a realização nada mais é do que a sensação de prazer (isso é química, está tudo no cérebro).
A mulher se realiza satisfazendo o desejo maternal, com a segurança de ter uma família estruturada e saudável, com um bom homem ao lado que a proteja e lhe dê carinho. O homem é mais voltado para a profissão e para a realização pessoal e a realização pessoal dele vem de diversas formas: pode vir com o sentimento de paternidade, com uma família estruturada etc. Mas nunca vai vir se não puder ter acesso a outras fêmeas e se não puder ter relativo sucesso na profissão.
Se você cercar seu homem (tipo, mulher que é sócia do marido na empresa), o cara não dá um passo no dia-a-dia (sem ela) você vai sufocá-lo de tal forma que ele pode até não ter espaço para lhe trair, mas ou seu casamento vai durar pouco, ele vai ser gordo (vai buscar a fuga na comida) e vai ser pobre (por que não vai ter a cabeça tranqüila para se desenvolver profissionalmente (vai ser um cara sem ambição e sem futuro).
Não tente mudar para seu homem ser fiel. Não adianta. Silicone, curso de dança sensual, se vestir de enfermeira etc... Nada disso vai adiantar. É lógico que quanto mais largada você for, menor a vontade do homem de ficar com você e maior as chances do divórcio. Se perfeição adiantasse, Julia Roberts não tinha casado três vezes. Até Gisele Bündchen foi largada por Di Caprio. Não é você que vai ser diferente (mas é bom não desanimar e sempre dar aquela malhadinha).
O segredo é dar espaço para o homem viajar nos seus desejos (na maioria das vezes, quando ele não está sufocado pela mulher, ele nem chega a trair, fica só nas paqueras, troca de olhares). Finja que não sabe que ele dá umas pegadas por fora. Isso é o segredo para um bom casamento. Deixem ele se distrair, todos precisam de lazer.
Se você busca o homem perfeito, pode continuar vendo novela das seis. Eles não existem nesse conceito que você imagina. Os homens perfeitos de hoje são aqueles bem desenvolvidos profissionalmente, que traem esporadicamente (uma vez a cada dois meses, por exemplo), mas que respeitam a mulher, ou seja, não gastam o dinheiro da família com amantes, não constituem outra família, não traem muitas vezes, não mantêm relações várias vezes com a mesma mulher (para não criar vínculos) e, sobretudo, são muuuuuito discretos: não deixam a esposa e nem ninguém da sua relação, como amigas, familiares saberem.
Só, e somente só, um amigo ou outro dele deve saber, faz parte do prazer do homem contar vantagem sexual. Pegar e não falar para os amigos é pior do que não pegar. As traições do homem perfeito geralmente são numa escapulida numa boate, ou com uma garota de programa (usando camisinha e sem fazer sexo oral nela), ou mesmo com uma mulher casada de passagem por sua cidade. O homem perfeito nunca trai com mulheres solteiras. Elas são causadoras de problemas. Isso remete ao próximo tópico. Esse tópico não é para as esposas, é só para as solteiras e amantes.
Esqueçam de uma vez por todas esse negócio de que homem não gosta de mulher fácil. Homem adora mulher fácil. Se 'der' de prima então, é o máximo. Todo homem sabe que não existe mulher santa. Se ela está se fazendo de difícil ele parte para outra. A oferta é muito maior do que a procura. O mercado está cheio de mulher gostosa. O que homem não gosta é de mulher que liga no dia seguinte. Isso não é ser fácil, é ser problemática (mulher problema). Ou, como se diz na gíria, é pepino puro. O fato de você não ligar para o homem e ele gostar de você não quer dizer que foi por você se fazer de difícil, mas sim por você não representar ameaça para ele. Ele vai ficar com tanta simpatia por você que você pode até conseguir fisgá-lo e roubá-lo da mulher. Ele vai começar a se envolver sem perceber. Vai começar a te procurar. Se ele não te procurar, era porque ele só queria aquilo mesmo. Parta para outro e deixe esse de stand by. Não vá se vingar, você só piora a situação e não lucra nada com isso. Não se sinta usada, você também fez uso do corpo dele – faz parte do jogo; guarde como um momento bom de sua vida.
90% dos homens não querem nada sério. Os 10% restantes estão momentaneamente cansados da vida de balada ou estão ficando com má fama por não estarem casados ou enamorados; por isso procuram casamento. Portanto, são máximas as chances do homem mentir em quase tudo que te fala no primeiro encontro (ele só quer te comer, sempre). Não seja idiota, aproveite o momento, finja que acredita que ele está apaixonado, dê logo para ele (e corra o risco de fisgá-lo) ou então nem saia com ele. Fazer doce só agrava a situação. Estamos em 2007 e não em 1957. Esqueça os conselhos da sua avó, os tempos são outros.
Para ser uma boa esposa e para ter um casamento pelo resto da vida faça o seguinte: Tente achar o homem perfeito, dê espaço para ele. Não o sufoque. Ele precisa de um tempo para sua satisfação. Seja uma boa esposa, mantenha-se bonita, malhe, tenha uma profissão (não seja dona-de-casa), seja independente e mantenha o clima legal em casa. Nada de sufoco, de 'conversar sobre a relação', de ficar mexendo no celular dele, de ficar apertando o cerco etc. Você pode até criar 'muros' para ele, mas crie muros invisíveis e não muito altos. Se ele perceber ou ficar sem saída, vai se sentir ameaçado o casamento vai começar a ruir.
Se você está revoltada por este texto, aqui vai um conselho: vá tomar uma água e volte para ler com o espírito desarmado. Se revoltar com o que está escrito não vai resolver nada em sua vida. Acreditar que o que está aqui é mentira ou exagero pode ser uma boa técnica (iludir-se faz parte da vida, se você é dessas, boa sorte!). Mas tudo é a pura verdade. Seu marido/noivo/namorado te ama, tenha certeza, senão não estaria com você, mas trair é como um remédio; um lubrificante para o motor do carro. Isso é científico. O homem que você deve buscar para ser feliz é o homem perfeito. Diferente disso, ou é crente, ou gay ou tem algum trauma (e na maioria dos casos vão ser pobres). O que você procura pode ser impossível de achar, então, procure algo que você pode achar e seja feliz ao invés de passar a vida inteira procurando algo indefectível que você nunca vai encontrar. Espero ter ajudado em alguma coisa.
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Não desista dos seus sonhos!!!

Se você não acreditar naquilo que você é capaz de fazer; quem vai acreditar?
Dizer que existe uma idade certa, tempo certo, local certo, não existe. Somente quando você estiver convicto daquilo que deseja e esta convicção fizer parte integrante do processo. Mas quando ocorre este momento?
Imagine uma ponte sobre um rio. Você está em uma margem e seu objetivo está na outra. Você pensa, raciocina, acredita que a sua realização está lá. Você atravessa a ponte, abraça o objetivo e não olha para traz. Estoura a sua ponte. Pode ser que tenha até dificuldades, mas se você realmente acredita que pode realizá-lo, não perca tempo: vá e faça. Agora, se você simplesmente não quer ficar nesta margem e não tem um objetivo definido, no momento do estouro, você estará exatamente no meio da ponte. Já viu alguém no meio de uma ponte na hora da explosão? Eu também não!
Realmente não é simples. Quando você visualizar o seu objetivo e criar a coragem suficiente em realizá-lo, tenha em mente que para a sua concretização, alguns detalhes deverão estar bem claros na cabeça, ou seja, facilidades e dificuldades aparecerão, mas se realmente acredita que pode fazer, os incômodos desaparecerão. É só não se desesperar. Seja no mínimo um pouco paciente.
Pois é, as diferenças básicas entre os três momentos são:
1) Estourar a Ponte Antes de atravessá-la: Você começou a sonhar... sonhar... sonhar! De repente, sentiu-se estimulado a querer ou gozar de algo melhor. Entretanto, dentro de sua avaliação, começa a perceber que fatores que fogem ao seu controle, não permitem que suas habilidades e competências o realizem. Pergunto, vale a pena insistir?
Para ficar mais tangível, imaginemos que uma pessoa sonhe viver ou visitar a lua, mas as perspectivas do agora não o permitem, adianta ficar sonhando ou traçando este objetivo?
Para que você não fique no mundo da lua, meio maluquinho estoure a sua ponte antes de atravessá-la, rompa com este objetivo e parta para outros sonhos!
2) Estourar a Ponte no Momento de atravessá-la: Acredito que tenha ficado claro, mas cabe o reforço. O fato de você desejar não ficar numa situação desagradável é válido, entretanto você não saber o que é mais agradável, já não o é! Ou seja, a falta de perspectiva nem explorada em pensamento, não leva a lugar algum. Você tem a obrigação condicional de criar alternativas melhores.
Nos dias de hoje, não podemos nos dar ao luxo de sair sem destino. O nosso futuro não é responsabilidade de outrem, nós é que construímos o nosso futuro. Sem desculpas, pode começar...
3) Estourar a Ponte Depois de atravessá-la: No início comentei sobre as pessoas que realizaram o sucesso e outras que não tiveram a mesma sorte. Em primeiro lugar, acredito que temos de definir o que é sucesso. Sou pelas coisas simples, sucesso é gostar do que faz e fazer o que gosta. Tentamos nos moldar em uma cultura de determinados valores, onde o sucesso é medido pela posse de coisas, mas é muito mesquinho você ter e não desfrutar daquilo que realmente deseja. As pessoas que realizaram a oportunidade de estourar as suas pontes de modo adequado e consistente, não só imaginaram, atravessaram e encontraram os objetivos do outro lado. Os objetivos a serem perseguidos, foram construídos dentro de uma visão clara do que se queria alcançar, em tempo suficiente, de modo adequado, através de fatores pessoais ou impessoais, facilitadores ou não, enfim o grau de comprometimento utilizado para a sua concretização.
A visão sem ação, não passa de um sonho. A ação sem visão é só um passatempo. A visão com ação pode mudar o mundo.
Se o seu mundo não esta perfeito, molde-o para ser, você tem total capacidade para isso e não depende de ninguém para tal efeito. Confie em você e parta para a luta, o final, com certeza, será deslumbrante e eu confio em você... não me faça estar errado!!!
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Conselho é bom...

Toda a vez que estiver triste, principalmente quando for sem nenhuma razão, pense nas pessoas que estão alegres sem razão alguma. Tudo passa, emoções vêm e vão só não se deixe fixar nelas.
Permita que as pessoas alegres alegrem-no, e acredite que as pessoas animadas podem animá-lo, especialmente dando bons conselhos. Duvide daqueles que dizem que se conselhos fossem bons não seriam dados, seriam vendidos. Este é um mau conselho, dado de graça, mas pode custar caro. E também desconfie daqueles que dizem que de boa intenção o inferno está cheio, certamente estas pessoas garantiram o seu lugar por lá.
Muitas são as analogias que se fazem com a vida, todas estão corretas, inclusive esta: “a vida é uma estrada que começa e termina no infinito”. Ela é realmente muito breve, por isso não quebre nada que não consiga consertar em pouco tempo. Mas a vida é longa o bastante para que você ouça a voz da sua consciência e aprenda com os erros. Lembrando sempre que podemos errar, porém, jamais dar duas chances ao erro.
Valorize seus amigos, tenha-os como companheiros de jornada, os seus bens mais preciosos. As empresas falem, os namoros e casamentos acabam o tempo passa e só os reais amigos permanecem.
Quando encontrar alguém que valha a pena, ame. Ame a quem merece e mereça você também, e, se amando, for incompreendido, traído ou deixado sozinho, lembre-se, há muita gente no mundo. E muitas pessoas sozinhas como você, querendo companhia. Esqueça desse fato quando estiver com alguém. Nunca diga que ama alguém se isso não for verdade, senão cedo ou tarde descobrirá o que uma pessoa é capaz de fazer por amor. Esse é o segredo do equilíbrio nas relações, entretanto nem tudo se resume a isso. Ouça seu coração. Não seja fácil demais, afinal, as coisas quando são fáceis acabam mais fáceis ainda. Se imponha, o mais difícil é sempre o mais gostoso, porém, você também deve ser difícil, se ele te merece e vai te valorizar, deixe-o vir atrás.
Tente admirar o que é bom e belo naturalmente. Perceba que de nada vale ser muito rico se apenas somos capazes de comer uma porção por vez. O coração só se enche de alegria até certo ponto, então transborda de felicidade. Evite acumular coisas apenas para tê-las. Use-as o melhor que puder.
Desconsidere produzir e gerar frutos como um objetivo de vida. E se você passar pela existência sem prejudicar ninguém e ainda aprimorar a si mesmo, já terá feito muito. Esforce-se em ajudar as pessoas a serem elas mesmas. Caso alguém queira lhe agradecer, apenas peça que faça o mesmo a outra pessoa.
Invista no futuro sem desvalorizar o passado. Esta é a maneira de se eternizar na memória dos que se foram e na lembrança dos que virão. Viva com intensidade a sua juventude, separe um pouco dessa energia para cuidar do futuro. Saiba que a velhice não tarda e, na velhice, parte do tempo é dedicada a lembrar da juventude. Então você será grato a si próprio, quando jovem, por ter pensado, "um dia serei um velho".
Conselhos são perfeitos, principalmente quando vem daqueles que realmente nos querem bem, mas, conselho bom é conselho aceito. Se você não tem ou não acha que poderá fazer o que te foi pedido, não peça, o pior é para aqueles que o fazem de coração, mas logo à frente observam que não foram atendidos.
Conselho é bom, mas só para aqueles que o merecem.
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Viver é bom, mas para quem sabe!!!

Segundo especialistas, para não esquecer alguma coisa você deve repetir a palavra em voz alta três vezes, então, tenha calma! (calma, calma, calma... fixou?)
Pergunta rápida: Se você tem dinheiro no bolso, felicidade excessiva e goza de uma saúde perfeita, viver teria algum sentido? Pensou? Respondeu? Resposta, NÃO!
Viver sempre foi uma aventura e porque não dizer, para poucos. Pense no seu corpo como se fosse um carro, se ele esta bem cuidado suportara qualquer problema, agora, se a manutenção não esta sendo realizada de uma maneira correta, tenha certeza, no primeiro “buraco” ele fica.
Os problemas existem para saber se o nosso “carro” esta em perfeitas condições, para que isso ocorra verifique se você vive bem. Como? Simples!
Você, nesse momento, esta sorrindo? Ótimo! Não. Esta chorando? O que falta para você começar a sorrir?
Se te falta algo, corra atrás, você pode e tem capacidade. Nada nessa vida e impossível. Será se você não tentar. Uma coisa e certa, nunca deixe de fazer as coisas por achar que vai se arrepender. Deixar de fazer algo por isso será pior.
Mas, se o fizer e me arrepender depois?
Não coloque “os carros a frente dos bois”. Se o fez e se arrependeu, tudo bem. Considere isso como um novo conhecimento, um novo ensinamento. Um equivoco faz com que não comentamos o erro duas vezes. Aprendemos errando, esqueceu?
Agora, antes de tomar qualquer decisão leve em conta o fato que SEMPRE você deve ser favorecido, sempre você na frente de tudo, as melhores decisões são aquelas em que você ganha. Se favoreceres ao outro, caia fora, sua vida e você quem faz e você pensa em você. Podem existir momentos em que ambos serão favorecidos, claro que existe, então, se isso acontecer lembre-se que você deve ser mais favorecido que o outro. Não tema, seja ganancioso nesse ponto. Muitas vezes perdemos oportunidades na vida porque não temos competência ou espírito de vencedor. Confiança acima de tudo. Problemas jamais deixarão de existir. Sempre pense em como o resolves e como deve ser feito para que ele não volte mais.
Seja paciente com tudo que não esta resolvido em seu coração. Tente amar as perguntas em si como quartos trancados e como livros escritos em língua estrangeira. Não procure respostas que não podem ser dadas porque você não seria capaz de vivê-las. E a questão e viver tudo. Viva as perguntas agora, talvez assim, gradualmente, você, sem perceber, vivera a resposta num dia distante.
domingo, 31 de maio de 2009
Homem x Mulher (Parte II, quem diria heim?)

A pressa para encontra a sua cara metade tende a levar a fazermos coisas que nem ao menos pensávamos. No caso, deixamos o coração pensar mais que a razão e no final, sempre quebramos a cara. Está mais que na hora de deixarmos o coração agir menos e darmos mais chance a razão. Quantas vezes tenho que afirmar que nunca vamos depender de uma pessoa para nos fazer feliz? Isso em qualquer esquina você aprende, não precisa pagar horrores para uma consulta de 45 minutos a um terapeuta. Os livros de auto estima que custam bem menos falam isso.
Não nascemos destinados e uma pessoa, como diz Jabor: “nascemos sós, morremos sós”. Não temos tudo que queremos, mas devemos amar tudo que temos. Somos felizes, o mundão por mais doido que seja lhe da um cardápio de opções para você saber percorrer e usufruir de bons momentos, mesmo que o homem tenda a destruí-lo com a tentativa de deixá-lo sem graça. Impossível!
Cansei de ouvir lamentações, até nas musicas eu só escuto pedido de perdão, não me deixe, sempre te quis, com você eu vou ser feliz para sempre, você me completa, te amarei eternamente. Quanto sofrimento. Não sei como uma pessoa possa viver assim. Chorar nunca foi melhor do que sorrir, já sei, a partir de hoje irei virar fã dos metaleiros, até porque se eles cantarem pedindo perdão ou se lamentando por algum amor não correspondido, é tanto grito que eu não entendo nada mesmo, passa despercebido.
Temos um parâmetro, tentamos e aspiramos chegar a um ponto na nossa vida e por incrível que pareça sempre há guerra de relacionamentos para querer comprometer a nossa caminhada. Sendo sincero, se te atrapalha não te serve!
Conversando com uma mulher, ela, na tentativa de demonstrar um pouco de romantismo (faz tempo que não vejo isso em uma mulher) me afirmava que o pior caso de relacionamento está entre a Lua e o Sol, que se amam, mas não podem estar lado a lado porque o Sol a mataria. Fui enfático ao responder: “a Lua que não merece o Sol, também, quem mandou ser fria?”.
Fui chamado de “grosso” e “sem romantismo”. Mais uma vez sou taxado erroneamente por causa de ser direto. Mulheres...
Virei à crueldade em pessoa. Se vierem falar comigo a resposta será bem resumida: “caia fora”, “não presta”, “você vale mais que ele (a)”, “deixa de ser tonto (a) seu trouxa”.
Se parássemos para pensar um pouco mais em nós, deixarmos o que tende a nos seguir como um segundo plano, procurar dar mais ênfase ao que se é importante na vida, com certeza esse lance relacionamento seria tratado como um assunto banal. Não posso negar, já levei varias cacetadas na vida, pra ser mais sincero, levei uma grande cacetada na vida e me considero sortudo pelo que sou hoje. Isso me fez abrir bem os olhos e fazer com que eu pensasse de outra forma, se você ainda não consegue pensar assim, não se preocupe, a pouco você ira levar uma pancada e das duas uma, ou você passa a ver o sexo oposto com outros olhos e tende a se valorizar mais ou então você vai ser trouxa para o resto da vida. Torcerei por você seguir a primeira opção.
Relacionamentos muitas vezes machucam, dói, deixam marcas, porém, você sempre tem a capacidade para modificar o seu mundo, você é capaz, queira, você consegue. No mais, viva a cada momento de sua vida lembrando que se você almeja seu amanhã feliz, trate o seu hoje com felicidade. O melhor relacionamento é aquele no qual o amor de um pelo outro é maior do que a necessidade que um tem do outro. Cada um que passa em nossa vida passa sozinho, pois cada pessoa é única e nenhuma substitui a outra. Cada um que passa em nossa vida passa sozinho, mas quando parte, nunca vai só nem nos deixa a sós. Leva um pouco de nós, deixa um pouco de si mesmo. Há os que levam muito, mas há os que não levam nada. Você sempre tem que levar tudo... de bom!
sábado, 23 de maio de 2009
Homem x Mulher (acho que Parte I)

O interessante na questão sentimento é que Apaixonar é uma palavra totalmente feminina e o termo Amar é uma palavra masculina. Será que isso quer dizer que amamos mais que as mulheres?
Em relação a isso, sobre o assunto sentimento, mulheres, eu as invejo! Nunca vi um ser tão maduro a ponto de saber definir claramente os três passos sentimentais, adorar, apaixonar e amar, e, literalmente, saber usá-los nos momentos certos. Se existe um problema, vocês se apegam facilmente e não costumam procurar conhecer bem o sexo oposto ante algo mais sério.
Nós, homens, sempre somos taxados de sermos frios e calculistas. Que sofremos menos do que uma mulher em um fim de relacionamento. Que não nos importamos com a qualidade e sim com a quantidade. Que somos inerentes aos passos dos sentimentos e, o pior, que somos todos iguais!
Somos taxados assim por uma pequena massa de infames desafortunados e que costumam fugir à regra, por conseqüência, generalizam os seres viventes levianos e solitários a que tentam se aproximar de uma pobre solitária que sofreu nas mãos do tal desafortunado infame.
Fui informado que: “exatamente por mulheres serem mais sentimentais, as mínimas coisas que os homens fazem se tornam enormes”. Afirmo que por vocês mulheres, serem mais sentimentais, deveriam se abrir mais e souber definir os passos a que estão passando, visto que somos mais diretos, esboçamos o que sentimos, não somos frios e principalmente calculistas.
Fui rebatido com: “eu que digo: existe um homem dizer que mulheres são frias! Tá doido?"
Uma coisa eu garanto: Mulheres podem até sofrer mais por se apegarem mais facilmente, pois, quando gostam fazem de verdade, se entregam, agora, quando querem fazer um homem sofrer, ficam frias e isso é terrível. São calculistas!
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Mais uma nova!!!

Dias pós dia e novos adjetivos são impostos a minha pobre pessoa. Dessa vez fui taxado de ser falso.
Para ser mais expressivo minha definição de pessoa falsa seria: “aquele que conscientemente esconde ou altera a verdade. Baseada na mentira, calúnia, hipocrisia, deslealdade”; se eu for tudo isso garanto não merecer a amizade nem de um pé de manga plantado ao lado de um cemitério.
Pedi explicações do porque de ter sido nomeado de ser uma pessoa falsa e fui informado que eu estava “usando” uma pessoa para tentar me aproximar de outra, e, quando não obtive êxito, logicamente, essa pessoa “usada” deixou de fazer parte de meu convívio.
Eu realmente estou perdido. Se quando falo que gosto de fazer as coisas sem visar interesse ninguém acredita. Quando digo que deixei de ser o bonzinho para algumas pessoas e que a partir de agora as irei selecionar melhor para saber se realmente merecem minha amizade sou adjetivado de falso. Eta mundo cruel!
Trato você bem? Trate-me também!
Essa frase vai morrer comigo, fixei ela bem em minha mente e as pessoas ao meu redor tem que passar por um bravo processo de conhecimento, dedicação, afirmação, transparência e em breve identificação digital. Estou, literalmente, fechado para problemas exteriores, não da mais, cansei!
Ainda sou adepto à ajuda. Precisando de uma palavra amiga, um conforto, conte comigo para o que for preciso, porém, dedicado exclusivamente para amigos. Se você não se encaixou no meu perfil terei que lhe dar uma única sugestão: procure um terapeuta.
Ainda estou à procura em saber se sou uma pessoa falsa. Creio que não. Ainda por cima que tive esse desprazer vindo de apenas uma pessoa. Se mais alguma me falar que sou já fico com o alerta ligado, agora, se mais duas pessoas falarem, terei que voltar a estaca zero e repensar melhor na minha forma de agir e pensar.
Se isso te magoou, perdão garanto que não era minha intenção, agora, se você falou isso sem nem ao menos pensar e souber realmente como sou e minha forma de agir, sinto dizer que você se equivocou e foi pra lá de ignorante e sem fundos de honestidade.
Um conselho: Quando gozares do título de “pessoa falsa” por algumas unidades de tempo, vê se o néscio a quem enganas não é assim tão estúpido. E já agora, as pessoas são mais inteligentes do que aparentam.
Fiquem bem!!!
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Gosto de gente assim!!!
Gosto de gente que rir, chora, se emociona com uma simples carta, um telefonema, uma canção suave, um bom filme, um bom livro, um gesto de carinho, um abraço, um afago. Gente que ama e curte saudades, gosta de amigos, cultiva flores, ama os animais, admira paisagens, poeira e escuta. Gente que tem tempo para sorrir bondade, semear perdão, repartir ternuras, compartilhas vivencias e dar espaço para as emoções dentro de si, emoções que fluem naturalmente de dentro do seu ser. Gente que gosta de fazer coisas que gosta, sem fugir de compromissos difíceis e inadiáveis. Gente que colhe, se entende, busca a verdade e quer sempre aprender, mesmo que seja com uma criança, com um pobre ou com um analfabeto. Gente de coração desarmado, sem ódio e preconceitos baratos e com muito amor dentro de si. Gente que erra e reconhece, que cai e se levanta, apanha e assimila os golpes, tirando lições dos erros e fazendo redentora suas lagrimas e sofrimentos.
Gosto muito de gente assim e acredito que Deus goste também, não espero estar sendo exigente, mas espero ainda mais poder gostar de você.
domingo, 26 de abril de 2009
Preciso de um abraço!!!

Quando nos tocamos e nos abraçamos, levamos vida aos nossos sentidos e reafirmamos a confiança nos nossos próprios sentimentos. Algumas vezes não encontramos as palavras adequadas para expressar o que sentimos, posso te dizer, o abraço é a melhor maneira!
Há vezes em que não nos atrevemos a dizer o que sentimos, seja por timidez ou porque os sentimentos nos avassalam, nesse caso, conte com o idioma abraço.
O abraço além de nos fazerem sentir bem, emprega-se para aliviar a dor, a depressão e a ansiedade. Provocam alterações fisiológicas positivas em que toca e em quem é tocado, aumenta a vontade de viver dos enfermos. É importante saber que os abraços são necessários para o desenvolvimento, manter-se são e para crescer como pessoa.
O que nos dá um abraço?
Proteção – O sentir-se protegido é importante para todos, mas é o mais para as crianças e mais velhos, que, freqüentemente dependem do amor de quem os rodeia.
Segurança – Todos necessitam de se sentir seguros. Se não conseguimos, atuamos de forma ineficaz e as nossas relações interpessoais declinam.
Confiança – A confiança faz nos avançar quando o medo se impõe ao nosso desejo de participar com entusiasmo em algum desafio da vida.
Força – Quando transferimos a nossa energia com um abraço, as nossas próprias forças aumentam.
Saúde – O contato físico e o abraço partilham uma energia vital capaz de sanar ou aliviar enfermidades.
Auto-Valorização – Através do abraço podemos transmitir uma mensagem de reconhecimento do valor e excelência de cada individuo.
Um abraço faz um dia melhorar consideravelmente, abraça os teus amigos, abraça os teus entes queridos, abraça o seu companheiro, abraça as tuas crianças, abrace a todos, e, principalmente, jamais, negue um abraço a alguém. Quando esse pedido é feito é porque a necessidade esta ultrapassando a realidade e o sentir confiante valoriza o ser.
Você me da um abraço?
sábado, 18 de abril de 2009
O mal de ser bom!!!

Não faço a menor idéia do que tudo isso significa e aonde se encaixa em minha vida, para mim não é nada mais que dois adjetivos e um signo.
Bem, cheguei a essa conclusão conversando com uma mulher em uma boate, acredite, era uma boate. O interessante que ela era Engenheira Mecânica. Que coisa! Pra mim só quem poderia me taxar assim seria um psicólogo, tarólogo, cigano, numerólogo, psiquiatra, astrólogo e afins, mas, fui informado que pertenço a essas três características por uma Engenheira Mecânica. A cada dia me surpreendo mais com as mulheres.
Cheguei em casa realmente preocupado e me perguntando: “Porque será que a Engenheira Mecânica me disse isso?”. Sendo assim, a única resposta poderia sair do dicionário, tentarei então fazer um breve resumo.
INGENUIDADE – Que tem ausência de malicia (ponto pra mim)
INOCENTE – Aquele que faz sem receio e não tem culpa (hum...)
PISCIANO – O Pisciano é muito idealista no amor, pode de ponto passar grande parte de sua vida buscando a sua companheira, a de seus sonhos, resultando assim um tanto “donjuanesco”. Tem um beijo inteiramente devotado a pessoa amada, é um beijo doação, em que procura ao máximo dar sensações de prazeres, sabores e calores (nossa, eu sou tudo isso?); em momentos difíceis, impera a sua generosidade, por conseqüência tem um coração puro e nunca trata com malicia ou egoísmo quando se doa. O pisciano é bondoso, criativo e inteligente. Se tiver um objetivo, é capaz de persegui-lo com todas as forças até alcançá-los (meu lado cabeça dura). Não costuma guardar mágoas e perdoa com facilidade (por isso sempre quebro a cara). Pode sonhar com dor e sofrimento porque tem o espírito muito humanitário, mas o amor não fica de lado (meu Deus, porque não nasci em outro mês?).
Achei a parte que me completa, preciso novamente marcar hora com a Engenheira Mecânica, to precisando ouvir algumas outras coisas. Sinceramente, nem eu sabia que era isso tudo.
Não perco nada, creio eu que quem vai perder são aqueles que não estão ao meu lado.
Novas amizades são sempre bem vindas, estou, literalmente, aberto a elas, me encontre, vale a pena, ainda por cima sou ingênuo, inocente demais e pisciano.
Será que valho alguma coisa?
domingo, 12 de abril de 2009
Quebrando a cara!!!

quinta-feira, 9 de abril de 2009
Você sabia?

quinta-feira, 2 de abril de 2009
Reflita

segunda-feira, 23 de março de 2009
Aqui Estou Eu

segunda-feira, 16 de março de 2009
Muitos choram...

mas não desistem de viver
hoje muitos choram
sorrindo...
segunda-feira, 9 de março de 2009
Sem Você...

segunda-feira, 2 de março de 2009
A tristeza
A raiva existente na depressão é resultado da total falta de vitalidade e motivação. Existe também uma infantilização, onde o indivíduo induz o ambiente a ampará-lo e dedicar atenção exclusiva a ele. A depressão inibe a coragem de enfrentar os desafios; regride a busca do prazer e contamina o ambiente a sua volta.
A tristeza não chega aos limites citados na situação depressiva. Pelo contrário, é uma ferramenta valiosa para avaliação das metas de vida. Na infância, o modo de encarar a tristeza será definitivo para estabelecer a personalidade adulta.
Infelizmente, na cultura ocidental não valoriza-se os aspectos emotivos. Assim, um indivíduo se desenvolve crendo que a tristeza é um sentimento negativo, que fragiliza e expõe a personalidade. Por exemplo, uma pessoa insatisfeita num âmbito social sente-se triste, mesmo não tendo uma concepção nítida do que é a tristeza. Neste momento cria-se uma dívida com o próprio passado; o elemento sente que poderia ter aproveitado melhor as outras oportunidades que teve, e que agora o fazem um homem fracassado.
O descaso com os valores humanos acabam por expor o homem contemporâneo ao negativismo, e a busca excessiva pelos bens materiais e status social, compensa a carência sentimental, mas por outro lado, contamina e deturpa a noção de humanismo. Neste caso, a tristeza é apenas uma bússola que aponta a área emotiva mais afetada. Porém, outros sentimentos como o medo e a inveja funcionam como um alerta ao modo de vida desumano. A aceitação do fracasso e da fragilidade fica comprometida, já que o indivíduo direciona o motivo dos seus insucessos a outras causas, quando na verdade seriam apenas conseqüências. Portanto, fica claro que existe uma "auto-sabotagem".
O egoísmo exacerbado, no qual o homem é induzido desde a infância, produz um vazio pessoal. Porém, o bem-estar esta diretamente ligado a satisfação alheia. Se não houver a solidariedade, ou seja, a profunda preocupação com o próximo, o citado "vazio da personalidade" irá expandir-se. A tristeza ocupa este espaço e desmotiva o indivíduo a dar continuidade na busca de qualquer outro valor.
Outro fator que fortemente desencadeia a tristeza é a recusa. A dificuldade em aceitar o "não" torna-se desmotivante e abala a auto-estima. Por outro lado, a rejeição e a incapacidade frente a alguns obstáculos leva a quadros mais sérios e profundos da tristeza.
Várias correntes de discussão psicológica determinam os ganhos secundários do estado de sofrimento. É notório que o indivíduo que sofre, desperta comoção no ambiente, neste caso a atenção dispensada por outros faz com que o indivíduo sinta-se acolhido. Cultivar a tristeza é apenas fazer a manutenção desse estado de atenção e acolhimento despertada, é manter-se afastado e protegido da competitividade e ambição que norteiam a sociedade contemporânea. Mas na maioria das vezes, a solidariedade e o altruísmo são hipócritas, porque a necessidade da auto-superação e status social faz com que o sentimento de comoção seja verdadeiro, mas o apoio sincero é substituído pelo prazer na derrota alheia. Assim, esta afirmação é concretizada pelo fato de que o assistencialismo não supre as carências afetivas; é apenas um retórico inconsciente que absolve a obrigação da solidariedade.
Geralmente os indivíduos que sofrem de tristeza tem como característica básica de personalidade, impor a sua solidão pessoal para todas as pessoas que encontrarem no decorrer de suas vidas; como uma vingança contra seu sentimento que o martiriza. Assim, tornam-se retraídas, ciumentas e possessivas. Na questão sentimental, impõem ao parceiro uma eterna espera pela doação de seu lado afetivo.
Embora muitas vezes sofremos com determinados relacionamentos, sabemos que a perda pode nos custar ainda mais caro. O maior obstáculo para qualquer tipo de mudança é a desconfiança quase que absoluta em nosso potencial, gerando um receio imenso sobre se conseguiremos construir algo; se os ventos estarão ou não a nosso favor; se o destino ainda poderá nos reservar um mínimo de satisfação perante todo o pesadelo diário em que muitas pessoas vivem.
Estou triste, mas com fé em Deus vou melhorar!!!
domingo, 8 de fevereiro de 2009
De tanto te querer

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Para Você Morena!!!
Teu corpo sedutor e lindo, é a porta de entrada para a admiração inicial. Teu sorriso e olhar estabelecem o fascínio completo. Tua expansividade torna a atração mais eloqüente. Tua malícia e sensualidade são hipnotizantes.
Tua naturalidade chega a inibir, porém, logo após estar à vontade. Essas e outras qualidades naturais a essa bela, maravilhosa e esfuziante mulher. Fazem de você essa pessoa especial, apaixonante e linda totalmente.
Que pena moça morena da voz serena que pensei fosse a trilha dos sonhos meus.
Fascina-me a brancura da açucena
as flores alvas são as mais bonitas mas me atraem com forças infinitas teus olhos negros, tua tez morena.
Morena do mar, cabelos ao ar, passos gingados na cadência do mar, requebrado na indecência do olhar, de novo disfarço-me na vastidão de um luar.
Como as flores, também, casta e serena, aos desejos de amar, cheiro contagiante em que não se pode tocar, mas, somente seu cheiro inalar e ao meu coração contagiar.
Arrastaria tudo, humildemente à alma, livre da angústia que a condena, para ter-te afinal sempre presente, e, se adorar-te fosse a minha pena, amaria em silêncio, eternamente.
Morena, linda do mar, quisera eu poder roubar, uma gota somente de seu sorriso saliente, nesta manhã quente talvez este poema não viesse a me ocupar, pois, perdido eu estaria extasiado em seu negro olhar.
domingo, 25 de janeiro de 2009
Como Fazer Bom Médico

terça-feira, 20 de janeiro de 2009
A Caderneta Vermelha

José Roberto não agradeceu e enquanto abria o envelope, uma profunda ruga sulcou-lhe a testa.
Uma expressão mais de surpresa do que de dor tomou-lhe conta do rosto. Palavras breves e incisas.
"Seu pai faleceu. Enterro 18 horas. Mamãe."
José Roberto continuou parado, olhando para o vazio.
Nenhuma lágrima lhe veio aos olhos, nenhum aperto no coração. Nada!
Era como se houvesse morrido um estranho. Por que nada sentia pela morte do velho?
Com um turbilhão de pensamentos confundindo-o, avisou a esposa, tomou o ônibus e se foi, vencendo os silenciosos quilômetros de estrada enquanto a cabeça girava a mil.
No íntimo não queria ir ao funeral e, se estava indo era apenas para que a mãe não ficasse mais amargurada. Ela sabia que o pai e filho não se davam bem.
A coisa havia chegado ao final no dia em que, depois de mais uma chuva de acusações, José Roberto havia feito as malas e partido prometendo nunca mais botar os pés naquela casa.
Um emprego razoável, casamento, telefonemas à mãe pelo Natal, Ano Novo ou Páscoa... Ele havia se desligado da família não pensava no pai e a última coisa que desejava na vida era ser parecido com ele.
O velório:
Poucas pessoas. A mãe está lá, pálida, gelada, chorosa. Quando reviu o filho, as lágrimas correram silenciosas, foi um abraço de desesperado silêncio.
Depois, ele viu o corpo sereno envolto por um lençol de rosas vermelho – como as que o pai gostava de cultivar.
José Roberto não verteu uma única lágrima, o coração não pedia. Era como estar diante de um desconhecido um estranho, um...
O funeral:
O sabiá cantando, o sol se pondo e logo tudo terminou. Jose ficou em casa com a mãe até a noite, beijou-a e prometeu que voltaria trazendo netos e esposa para conhecê-la. Agora, ele poderia voltar à casa, porque aquele que não o amava, não estava mais lá para dar-lhe conselhos ácidos nem para criticá-lo.
Na hora da despedida a mãe colocou-lhe algo pequeno e retangular na mão – Há mais tempo você poderia ter recebido isto – disse. – Mas, infelizmente só depois que ele se foi eu encontrei entre os guardados mais importantes...
Foi um gesto mecânico que, minutos depois de começar a viagem, meteu a mão no bolso e sentiu o presente. O foco mortiço da luz do bagageiro revelou uma pequena caderneta de capa vermelha. Abriu-a curioso.
Páginas amarelas. Na primeira, no alto, reconheceu a caligrafia firme do pai: “Nasceu hoje o José Roberto. Quase quatro quilos! O meu primeiro filho, um garotão! Estou orgulhoso de ser o pai daquele que será a minha continuação na Terra!”.
À medida que folheava, devorando cada anotação, sentia um aperto na boca do estomago, mistura de dor e perplexidade, pois as imagens do passado ressurgiram firmes e atrevidas como se acabassem de acontecer!
“Hoje, meu filho foi para escola. Está um homenzinho! Quando eu o vi de uniforme, fiquei emocionado e desejei-lhe um futuro cheio de sabedoria. A vida dele será diferente da minha, que não pude estudar por ter sido obrigado a ajudar meu pai. Mas para meu filho desejo o melhor. Não permitirei que a vida o castigue”.
Outra página – “Roberto me pediu uma bicicleta, meu salário não dá, mas ele merece porque é estudioso e esforçado. Fiz um empréstimo que espero pagar com horas extras”.
José Roberto mordeu os lábios. Lembrava-se da sua intolerância, das brigas feitas para ganhar a sonhada bicicleta. Se todos os amigos ricos tinham uma por que ele também não poderia ter a sua?
E quando, no dia do aniversário, a havia recebido, tinha corrido aos braços da mãe sem sequer olhar para o pai. Ora, o “velho” vivia mal-humorado, queixando-se do cansaço, tinha os olhos sempre vermelhos... e José Roberto detestava aqueles olhos injetados sem jamais haver suspeitados que eram de trabalhar até a meia-noite para pagar a bicicleta...”
“Hoje fui obrigado a levantar a mão contra meu filho! Preferia que ela tivesse sido cortada, mas fui preciso tentar chamá-lo á razão, José Roberto anda em más companhias, tem vergonha da pobreza dos pais, e se não disciplinar, amanhã será um marginal.”
“É duro para um pai castigar um filho e bem sei que ele poderá me odiar por isso; entretanto, devo educá-lo para seu próprio bem.”
“Foi assim que aprendi a ser um homem honrado e esse é o único modo que sei de ensiná-lo”.
José Roberto fechou os olhos e viu toda a cena quando por causa de uma bebedeira, tinha ido para a cadeia. Naquela noite, se o pai não tivesse aparecido para impedi-lo de ir ao baile com os amigos...
Lembrava-se apenas do automóvel retorcido e manchado de sangue que tinha batido contra uma árvore... Parecia ouvir sinos, o choro da cidade inteira enquanto quatro caixões seguiam lugubremente para o cemitério.
As páginas se sucediam com ora curtas, ora longas anotações, cheias das respostas que revela o quanto, em silêncio em amargura, o pai o havia amado. O “velho” escrevia de madrugada.
Momentos da solidão, num grito de silêncio, porque era desse jeito que ele era desse jeito que ele era, ninguém o havia ensinado a chorar e a dividir suas dores, o mundo esperava que fosse durão para que não o julgassem nem fraco e nem covarde.
E, no entanto, agora José Roberto estava tendo a prova que, debaixo daquela fachada de fortaleza havia um coração tão terno e cheio de amor.
A última página. Aquela do dia em que ele havia partido:
- “Deus, o que fiz de errado para meu filho me odiar tanto? Por que sou considerado culpado, se nada fiz, senão tentar transformá-lo em um homem de bem?”
“Meu Deus, não permitia que esta injustiça me atormente para sempre. Que um dia ele possa me compreender e perdoar por eu não merecia ter.”
Depois não havia mais anotações e as folhas em branco davam a idéia de que o pai tinha morrido José Roberto fechou depressa a caderneta, o peito doía. O coração parecia haver crescido tanto, que lutava para escapar pela boca. Nem viu o ônibus entrar na rodoviária, levantou aflito e saiu quase correndo porque precisava de ar puro para respirar.
A aurora rompia no céu e mais um dia começava. “Honre seu pai para que os dias de sua velhice sejam tranqüilos!” – certa vez ele tinha ouvido essa frase e jamais havia refletido na profundidade que ela continha. Em sua egocêntrica cegueira de adolescente, jamais havia parado para pensar em verdades mais profundas.
Para ele, os pais eram descartáveis e sem valor como as embalagens que são atiradas ao lixo. Afinal, naqueles dias de pouca reflexão tudo era juventude, saúde, beleza, música, cor, alegria, despreocupação, vaidade. Não era ele um semideus? Agora, porém, o tempo o havia envelhecido, fatigado e também tornado pai aquele falso herói.
De repente. No jogo da vida, ele era o pai e seus atuais contestadores. Como não havia pensado nisso antes? Certamente por não ter tempo, pois andava muito ocupado com os negócios, a luta pela sobrevivência, a sede de passar fins de semana longe da cidade grande, a vontade de mergulhar no silêncio sem precisar dialogar com os filhos.
Ele jamais tivera a idéia de comprar uma cadernetinha de capa vermelha para anotar uma frase sobre seus herdeiros, jamais lhe havia passado pela cabeça escrever que tinha orgulho daqueles que continuam o seu nome. Justamente ele, que se considerava o mais completo pai da Terra?
Uma onda de vergonha quase o prostrou por terra numa derradeira lição de humildade.
Quis gritar, erguer procurando agarrar o velho para sacudi-lo e abraçá-lo, encontrou apenas o vazio.
Havia uma raquítica rosa vermelha num galho no jardim de uma casa, o sol acabava de nascer. Então, José Roberto acariciou as pétalas e lembrou-se da mãozona do pai podando, adubando e cuidando com amor. Por que nunca tinha percebido tudo aquilo antes?
Uma lágrima brotou como o orvalho, e erguendo os olhos para o céu dourado, de repente, sorriu e desabafou-se numa confissão aliviadora: - “Se Deus me mandasse escolher, eu juro que não queria ter tido outro pai que não fosse você velho! Obrigado por tanto amor, e me perdoe por haver sido tão cego.”